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Início na Lua Nova · 14 de junho
21 dias nutrindo consciência, presença e reconexão consigo.
Há momentos em que percebemos que não podemos continuar vivendo no automático.
O corpo pede pausa.
A alma pede sentido.
E a consciência percebe que algo perdeu o eixo dentro de nós.
Mesmo quando seguimos realizando tarefas e tentando sustentar a vida… por dentro, muitas vezes nos sentimos cansados, dispersos, desconectados de nós mesmos.
Sinais do desalinhamento

Um caminho de retorno
Existe dentro de cada pessoa uma chama interior — um fogo que não nasce da urgência ou da cobrança constante. Mas da presença. Do alinhamento. Da integração entre aquilo que sentimos, pensamos e vivemos.
A chama interna não se fortalece pelo excesso de controle e rigidez.
Ela se fortalece pelo alinhamento entre corpo, alma e espírito.
Objetivo da jornada
A Jornada Re.Nova não é sobre produtividade extrema, nem sobre tornar-se alguém diferente de quem você é. A proposta é outra: retornar à sua chama interior.
Porque muitas vezes não estamos exatamente “sem força”. Estamos desalinhados. Distantes de nós mesmos. Vivendo no excesso, na dispersão ou no automatismo.
Quando corpo, alma e consciência voltam a caminhar juntos…
algo em nós recupera vitalidade.
Hábitos sustentados apenas pelo controle geram tensão e exaustão. Hábitos que nascem do alinhamento tornam-se orgânicos, possíveis e sustentáveis — expressões de presença, cuidado e coerência com a vida que desejamos cultivar.
Termômetro da chama interior
No início da jornada, você responderá um questionário de consciência e presença. Ele não existe para medir desempenho — mas para favorecer um encontro honesto com o seu momento atual.
Ao final dos 21 dias, você responderá novamente. E poderá perceber o que se transformou, o que ganhou presença, o que se fortaleceu — e o que talvez ainda peça cuidado.
Às vezes a transformação começa em movimentos silenciosos.
Arquitetura da travessia
Inspirados no mito de Eros e Psiquê, atravessaremos pequenas tarefas de alma — movimentos simbólicos que convidam ao alinhamento e à consciência.
Discernimento e organização
Observamos a vida como ela está. Os hábitos, os excessos, os automatismos, os ambientes que habitamos. É a semana do despertar da consciência — do primeiro gesto de presença.
Ritmo e sustentação
Percebemos os impulsos, a ansiedade e a pressa que conduzem nossas escolhas. Desenvolvemos pequenos gestos possíveis — sustentáveis e alinhados. É a semana do ritmo e da constância.
Profundidade e maturidade
Entramos em contato com o vazio, os medos, a ampliação da consciência, a rendição e o reencontro com o próprio centro. É a semana da profundidade.
Como essa travessia acontecerá
Nada extremo. Nada performático. Apenas a construção gradual de presença, consciência e alinhamento no cotidiano.
Reflexões inspiradas na jornada simbólica de Psiquê, conduzindo pequenos movimentos de presença e transformação interior.
Uma condução próxima e viva ao longo da jornada — sustentando ritmo, presença e conexão com o processo vivido.
Práticas corporais alinhadas aos temas de cada etapa, favorecendo escuta e integração entre corpo e consciência.
Pequenos movimentos possíveis para aproximar consciência e vida cotidiana.
Momentos de pausa, aprofundamento e reconexão consigo.
Um encontro de abertura e encontros semanais de fechamento — um espaço coletivo de partilha e sustentação.
Transformação profunda não nasce do excesso.
Ela nasce da presença consciente sustentada ao longo do caminho.
O mito que guia nossa jornada
Ao longo da história, os mitos serviram como mapas da alma — narrativas simbólicas que revelam movimentos profundos da experiência humana.
Psiquê, cujo nome significa alma, percorre um caminho de provas aparentemente impossíveis para reencontrar Eros, o Amor. Mas ao longo da travessia, ela não apenas reencontra o amor. Ela se transforma. Aprende discernimento, paciência, profundidade, entrega e integração.
Talvez toda verdadeira transformação seja também uma travessia da alma.
Para quem é essa jornada
Você não precisa sentir que está pronto.
Precisa apenas sentir o chamado para começar.

Quem conduz
Nasci em São Paulo. Fui uma criança tímida e sonhadora, voltada para dentro, fascinada pelos mistérios da alma humana e pela beleza presente nas entrelinhas da vida.
Na juventude, vivi tempos de expansão e aventura. Dei vazão à minha alma cigana, morei em diferentes lugares e permiti que cada mudança externa também marcasse uma transformação interna.
Mergulho profundamente na experiência humana, buscando sentido, consciência e transformação — e retorno trazendo ao coletivo os tesouros encontrados nessa travessia.
Psicóloga graduada pela Universidade de São Paulo, atuando na área clínica com base na psicologia analítica junguiana. Idealizadora da Jornada Descobertas de Deusas e da Jornada Re.Nova — trabalhos que integram psicologia analítica, mitologia, filosofia e saberes ancestrais, para despertar o humano em direção às suas verdadeiras potencialidades.
Uma travessia de retorno
A vida continuará girando. Novos ciclos virão. Novas travessias também. Existirão momentos de clareza e momentos de não saber.
A Jornada Re.Nova não propõe uma vida sem desafios —
mas uma forma mais inteira de atravessá-los.
Quando corpo, alma e consciência começam novamente a caminhar juntos, algo em nós recupera centro, presença, sentido e vitalidade.
E começamos a dançar com o fluxo da vida.
Lua Nova de junho · 14 de junho
Que você possa percorrer esse caminho com presença e verdade.